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domingo, 23 de setembro de 2012

Welcome Back

Olá pessoas que põem a leitura da Bíblia em dia enquanto bebem um Ice Tea de Manga. Estão assim definidos os requisitos necessários para a leitura deste post.

And we meet again.. O regresso às aulas marca o reencontro de dois inimigos naturais, professores e alunos. Livros escolares e lápis de carvão, dois aliados na luta contra o descanso do aluno. Quem lê isto ainda fica a pensar que a escolha é um campo de batalha, uma guerra. Nada disso, a escola é um lugar pacífico.. oh wait...



E os professores não são os únicos inimigos que os alunos reencontram nesta altura do ano. O pior inimigo é encontrado ainda antes de sair de casa.. Falo do despertador.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

O regresso à escola pode ser bom

Mais uma semana, mais um tema. Agora estamos perante o momento que muitos jovens e quase adultos temiam. Depois de um verão em grande, cheio de festa, alegria e paixão, chegam as malditas aulas que todos tanto abominam (tirando os que realmente gostam de estudar, esses estavam ansiosos para mais conhecimento) e dizem que é "alta seca", que possivelmente eu discordo, porque há muita coisa boa a retirar daqui.


Vou abordar este tema de forma diferente, de maneira a mostrar que o regresso "até pode ser fixe", porque há tanta coisa a mudar, nomeadamente no caso da escola e de todos os materiais nela a utilizar. No meu tempo, so tinha uma mochila, 50 mil livros que me davam grandes dores de costas (sim, era estúpido e nunca tive mochilas com rodinhas...) e um estojo cheio de lapis, canetas e borrachas, prontinho para escrever no meu dossier, que tinha vários separadores, cada um a representar uma disciplina (eu era muito organizado). 

Nos dias de hoje, a evolução está cada vez a envolver-se mais no sistema de ensino, onde os Magalhães estão a tentar reinar, com o seu software apuradíssimo, que faz chorar muitos outros (não sei é se será pelas melhores razões...). Nalgumas escolas, já não se escreve com giz nos quadros, mas sim através de uma caneta eléctrica e num pano gigante, demonstrando a grandeza da tecnologia na educação.

Por isso, podemos concluir que antigamente os alunos tinham problemas com o peso das mochilas, a quantidade de papel que tinham à sua volta também era um problema, porque podiam perder isto e aquilo de uma forma muito fácil, enquanto de momento já têm um acesso a um computador que tem tudo e umas botas, e que só necessitam do levar para as aulas, deixando assim o peso de lado, a problemática do papel e abrindo caminho à inovação e à criatividade existentes.

Só mesmo mesmo para finalizar, vou colocar dois questões no ar, sendo a 1ª "Qual acham que vai ser o efeito da tecnologia na educação nos dias de hoje?", e "Como pensam que serão as escolas dentro de alguns anos?" 

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Vamos para a escolinha!

Olá a todos, queridos seguidores assíduos deste blog ou pessoas que cá vieram parar por pesquisas estranhas e manhosas no Google. Ao segundo grupo, não se preocupem... Não estamos aqui para julgar ninguém. Caso estejam à procura de maminhas ou coisa do género, não vos obrigo a continuar a ler este post. Adeuzinho e até à próxima pesquisa!
Para o segundo grupo que aqui está mesmo porque quer e gosta de ler isto (ou porque algum dos elementos da equipa obrigou a cá vir), espero que tenham gostado da semana animalesca que houve por aqui e que não tenham tido nenhum ataque de alergias.

Como já se começa a tornar tradição, cá estou eu com um novo tema, pronto a tornar as vossas um pouquinho melhores. Ou iguais, vá.
Já que somos um grupo de pessoas sempre atentas ao que se passa ao nosso redor (mesmo passando horas e horas agarrados ao pc), o tema será bastante actual: Regresso às aulas.


Pois é. Chegámos àquela semana do ano em que, após uma catrefada de semanas de férias, o pessoal lá volta ao bem bom: as aulas.

Este ano, ao fim de 15 anos, será a primeira vez que eu não vou regressar às aulas, e isso, parecendo que não, já me deixou triste. Mas não falemos desta pobre coitada.

O regresso às aulas é um misto de emoções, tanto para o estudante como para os pais e/ou amigos.
Para o estudante, é aquela sensação de, depois de não fazer nada durante quase 3 meses, voltar a ter de trabalhar e aperceber-se de que até já nem sabe como se escreve e leva ali dois ou três dias a voltar a ter o seu tipo de letra normal. Por outro lado, é a oportunidade de voltar a ver vida humana (era sempre esse o meu caso, que passava sempre as férias em casa, sem sair com ninguém) e a ter vida social.

Quando falei no misto de emoções para amigos, falo nos casos em que eu, por exemplo, quando ainda andava no secundário e tinha amigos que já andavam na faculdade, tinha as férias em alturas diferentes dos outros e nunca dava para combinar nada. Também há os casos dos jovens que vão estudar para fora da sua cidade.

Por fim, e quem realmente respira de alivio no meio disto tudo, são os pais. Os pais que já podem praticar o amor durante o dia e podem correr nus pela casa. E agora vocês dizem: ah e tal, então mas eles não trabalham? Não. Já se esqueceram que há crise e os desempregados são mais que as mães (incluindo eu), ou a Casa dos Segredos já conseguiu apagar-vos isso da memória??