Bom Natal.
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sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
O dia 21 de Dezembro e o Rancho Folclórico e Etnográfico da Vila de Pias (Ferreira do Zêzere)
Aqui estamos, no dia 21 de Dezembro, e como eu não aguento nem mais um comentário sobre o "fim do mundo" - quando mais fazer um post inteiro sobre isso, - aqui fica um vídeo do Rancho Folclórico e Etnográfico da Vila de Pias (Ferreira do Zêzere).
Bom Natal.
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sexta-feira, 24 de agosto de 2012
Eructação como modalidade olímpica
Confesso que, dos Jogos Olímpicos de Londres de 2012, não vi mais que metade da cerimónia de abertura e dez minutos da cerimónia de encerramento. Também joguei alguns joguinhos do Google, mas não sei se isso conta para poder dizer que estou informado sobre o assunto. Porque não estou. Se caiu algum meteorito durante a final de taekwondo ou se a Rainha Isabel II apareceu lá para dar um corridinha, eu não sei. Assim, tal como faço sempre quando me pedem para comentar algum assunto do qual eu não estou a par, vou dizer disparates.
Nos Jogos Olímpicos de Londres de 2012 participaram 191 países, entre eles o Quirguistão e a Micronésia (Micronésia? Isto é o nome de um país, sequer?). Também participaram outros 13 territórios, mas isso não interessa a ninguém. E onde é que eu quero chegar com isto? Bom, pode-se dizer que todo o mundo participou nesta competição. Os Jogos Olímpicos uniram o mundo, mesmo que por apenas 19 dias. Mas uniram. E pouca coisa é capaz de unir o mundo como uma competição cheia de significado como esta. Excepto, provavelmente, os arrotos.
Exactamente, toda a gente já arrotou – logo, tal acção une-nos. E porque é que não pegaste na respiração? Toda a gente respira, isso não nos une de uma forma muito mais simples do que os arrotos. Não, porque respirar não é engraçado.
Portanto, porque não promover o arrotanço a modalidade olímpica? A prova do arroto dos 100 metros, em que o pessoal tinha que correr por 100 metros e quem arrotasse de forma mais potente ganhava. A prova do arroto mais longo. Arrotar o alfabeto. Arrotar a Bohemian Rhapsody. O lançamento do arroto, que não sei muito bem como se faria mas tenho a plena consciência que iria ser óptimo.
Como uma desagradável expulsão de gases do estômago através da boca, acho que o arroto teria sucesso como modalidade olímpica. Caso isso acontecesse, eu iria certamente acompanhar os Jogos Olímpicos já que assim como estão agora, não me dizem nada. É só uma competição fraquinha. Sem arrotos. Sem piada.
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sábado, 9 de julho de 2011
Mais grande de todos
Olá leitores desastrosos. Venho aqui mostrar um artista que vai deixar todos os outros com uma lágrima nos olhos e a queixarem-se das canelas. O homem que fez o maior desenho do mundo.
Óbvio que isto é falso, mas durante muito tempo, quem via este vídeo, ia logo gabar-se aos amigas de que tinha visto no youtube um vídeo de um gajo que fez um desenho enorme a usar um GPS.
Só para não restarem dúvidas, aqui está ele:
Óbvio que isto é falso, mas durante muito tempo, quem via este vídeo, ia logo gabar-se aos amigas de que tinha visto no youtube um vídeo de um gajo que fez um desenho enorme a usar um GPS.
Só para não restarem dúvidas, aqui está ele:
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segunda-feira, 4 de outubro de 2010
100 título
Hoje é um post sério, só para deixar o pensamento no ar.
Nos EUA (a capital do preconceito), há a grande tradição dos bailes de fim do secundário, os "Proms".
Aquele momento é especial para todos os jovens do país. Onde os rapazes podem comer a namorada de meia dúzia de meses ou anos, onde algumas raparigas se podem produzir ao gosto dos americanos: quase a tocar no reles.
Mas, quando alguém que simplesmente tem um gosto diferente, é logo posta de parte e proibida de poder viver aquela altura especial da sua vida.
Quando falo em gosto diferente, é o gosto por alguém do mesmo sexo. Não sei se ouviram ou leram estas notícias, mas houve o caso de duas raparigas de estados diferentes mas com o mesmo problema. Ambas homossexuais e com namoradas que queriam levar o seu par ao baile, como outro casal qualquer. Mas, como eu disse, no reino dos preconceitos, as duas miúdas foram proibidas de sequer entrar no pavilhões onde os seus respectivos bailes iriam decorrer.
Acho isto de uma hipocrisia brutal e de uma ignorância em estado puro. Deixa-me frustrada e triste com este mundo.
É só isto que tenho a dizer.
Nos EUA (a capital do preconceito), há a grande tradição dos bailes de fim do secundário, os "Proms".
Aquele momento é especial para todos os jovens do país. Onde os rapazes podem comer a namorada de meia dúzia de meses ou anos, onde algumas raparigas se podem produzir ao gosto dos americanos: quase a tocar no reles.
Mas, quando alguém que simplesmente tem um gosto diferente, é logo posta de parte e proibida de poder viver aquela altura especial da sua vida.
Quando falo em gosto diferente, é o gosto por alguém do mesmo sexo. Não sei se ouviram ou leram estas notícias, mas houve o caso de duas raparigas de estados diferentes mas com o mesmo problema. Ambas homossexuais e com namoradas que queriam levar o seu par ao baile, como outro casal qualquer. Mas, como eu disse, no reino dos preconceitos, as duas miúdas foram proibidas de sequer entrar no pavilhões onde os seus respectivos bailes iriam decorrer.
Acho isto de uma hipocrisia brutal e de uma ignorância em estado puro. Deixa-me frustrada e triste com este mundo.
É só isto que tenho a dizer.
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