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quinta-feira, 2 de junho de 2011

Infantilidades!


Boas tardes caros leitores, cá me encontro eu novamente neste maravilhoso e interessantíssimo blog! Desta vez, venho abordar a temática bastante agradável que todos nós nos dias de hoje ainda efectuamos, nomeadamente, as infantilidades! :D
Esta palavra, infantilidades! é uma palavra que muitos relacionam com crianças e com as suas acções, mas eu discordo totalmente! acho que é totalmente relacionada com adultos, porque digo isto? pelo simples facto que não consigo contar as vezes em que alguém vê algo parecido com um pénis, ou algo pontiagudo, ou então uma frase mal escrita, que não comece logo a rir!
Penso que nem é preciso tanto, é só relembrar as aulas de Ciências da Natureza, aquando a matéria a leccionar seriam os orgãos genitais , onde a professora diria, "Isto é uma uretra" começavam a ouvir-se "ihihihihihih" nos confins da sala, tanto rapazes como raparigas! (só para não dizerem que uns são mais maturos que outros) ou então a professora que gostava muito de salientar a palavra "Pénis", visto que a dizia no mínimo 23 vezes por aula.
Por isso, imagine me-nos, entre diversos adolescentes com as hormonas aos saltos, cada vez que a professora proferia tal palavra, havia a risada geral, como é óbvio no fim a professora gostava sempre de afirmar as célebres frases "vocês são tão imaturos... valha-nos deus...já não se pode ensinar nada...".
Assim concluo o meu segundo texto da semana, espero que tenham apreciado, e se quiserem contar episódios de infantilidades que vos tenham ocorrido, estejam à vontade, porque que o blog está sempre "aberto" a novas histórias (e sim, fiz uma infantilidade!).

Com os melhores cumprimentos infantis

Gonçalo Reis

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

100 título

Hoje é um post sério, só para deixar o pensamento no ar.

Nos EUA (a capital do preconceito), há a grande tradição dos bailes de fim do secundário, os "Proms".
Aquele momento é especial para todos os jovens do país. Onde os rapazes podem comer a namorada de meia dúzia de meses ou anos, onde algumas raparigas se podem produzir ao gosto dos americanos: quase a tocar no reles.
Mas, quando alguém que simplesmente tem um gosto diferente, é logo posta de parte e proibida de poder viver aquela altura especial da sua vida.
Quando falo em gosto diferente, é o gosto por alguém do mesmo sexo. Não sei se ouviram ou leram estas notícias, mas houve o caso de duas raparigas de estados diferentes mas com o mesmo problema. Ambas homossexuais e com namoradas que queriam levar o seu par ao baile, como outro casal qualquer. Mas, como eu disse, no reino dos preconceitos, as duas miúdas foram proibidas de sequer entrar no pavilhões onde os seus respectivos bailes iriam decorrer.
Acho isto de uma hipocrisia brutal e de uma ignorância em estado puro. Deixa-me frustrada e triste com este mundo.

É só isto que tenho a dizer.

sábado, 2 de outubro de 2010

Dura praxis, sed praxis.


Aos seguidores deste blogue que lêem apenas os meus textos, peço desculpa. Ora boa noite.


Dura praxis, sed Parxis. A praxe é dura, mas é praxe. A praxe académica resume-se a um ritual iniciático cheio de tradições e costumes. O seu principal objectivo é o de receber e integrar os novos caloiros, que a seu tempo se tornarão “doutores”. Ser doutor envolve muita responsabilidade. Infelizmente há seres que acham que ser doutor é um simples posto de autoridade.

A praxe do caloiro (de Coimbra) resume-se em poucas situações. A recepção, o baptismo da latada, a serenata (onde traça a capa e se torna pastrano) e o cortejo da queima das fitas. Como foi o meu caso, o caloiro chega sem a mínima consciência do que é a vida académica. O papel dos doutores é ajudar-nos a viver neste novo ambiente de forma autónoma. Há partes mais humilhantes como cantar musica pimba, mas isso ajudou-me a soltare tornar-me mais extrovertido. Perdi um pouco de vergonha e meti conversa com caloiros.

Claro que a praxe nem sempre é integração. Existem casos de pessoas perversas que usam a praxe como protecção para satisfazerem as suas frustrações. Espero que as praxes dos passados (essas sim duras) e as violências e perversões sejam agora erradicadas visto que a lei actual pune quem comete crimes de praxe.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Tradições

Olá a todos. Hoje não vou falar de praxes em si, mas vou falar de algo que sem "ele" não haveriam as praxes - o traje académico.

Posso afirmar, devido ao traje da minha faculdade, que há um grande debate em relação a tradições. Há um grupo de pessoas que afirma que o único traje que poderia ser declarado traje nacional é aquele que mais se vê. O chamado Coimbrão, pois é de lá a sua origem, já há uns bons anos. Essas pessoas não admitem que o facto de outras faculdades quererem criar um traje que seja simbólico à Universidade a que pertencem. Para eles a tradição não pode evoluir. Os trajes devem manter-se iguais para todo o lado e para todo o sempre.

Falo por mim quando discordo completamente com esse pensamento. Acho que cada instituição tem a sua história e a sua tradição e se pensam que devem usar um traje diferente (mas com uma razão histórica e simbólica), têm o direito a fazê-lo, sem serem gozados ou desrespeitados pelos "fãs" do chamado traje nacional.

Por isso, hoje, vou mostrar-vos alguns dos trajes existentes em várias universidades portuguesas.

Traje nacional:

Aveiro:

Viseu:

Braga:

Bragança:

Covilhã:

Leiria:

Santarém:

IADE (Lisboa) a minha faculdade:


(Este traje não tem muitas fotos disponíveis na net, tive de por fotos tiradas do facebook de alguns colegas meus.)

Setúbal:
(Só encontrei o feminino. Mas penso que o masculino é igual ao traje nacional.)


Algarve:
(À esquerda: traje masculino de Loulé; à direita: traje feminino de Faro.)

Bom, meus amigos, não consegui encontrar muito mais, mas acredito que ainda haja mais alguns diferentes.
Desrespeito à tradição ou imagem pessoal de cada universidade?

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Ri-me, fodi-me

Olá a todos, menos aos caloiros. A esses só tenho uma coisa a dizer: GRANADA. (Agora gostava que todos vós se atirassem para o chão, frente ao computador!)

Hoje o post vai ser fraquinho, mas é o que dá.
Não estou aqui para mudar as opiniões de ninguém nem criar um debate aceso. Vou apenas demonstrar que as praxes não são todas como a comunicação social mostra. Nem tudo anda à base de humilhação sexual ou algo do género. Mas isto é apenas o que conheço. Vou dar exemplos do que se passa na minha universidade, mais propriamente das "personagens" criadas para alguns caloiros - a minha parte preferida das praxes.

(As fotos apresentadas são das Praxes de 2009 e de 2010.)

Este é o Cucu. A sua tarefa é a de gritar as horas quando alguém chama por ele. O relógio que está ao pescoço não tem pilhas, logo, terá de consultar um relógio ou telemóvel e depois acertar o que está ao pescoço.

Este é o Isqueirinho. Qualquer pessoa que queira fumar (Veterano ou Caloiro) dirige-se até ele para acender o cigarro.

Este é o Armando Comando: o soldado que protege os Veteranos e Caloiros de tudo e de todos.

Este é o Vitinho. Quem se lembra?


Os siameses.

A Lady Gaga.


Haviam mais, mas não encontrei.

(E o IADE é lindo!)






sábado, 18 de setembro de 2010

Blue balls

Olá coisas fofas, como estão?


Eu sei que o Tony já falou de educação sexual esta semana e eu deveria falar de outra coisa, mas é difícil. Sou perversa. Mas hoje vou por aqui um video que ensina uma coisa muito importante a toda a gente. Principalmente a rapazes, mas é bom as raparigas também o saberem. Por isso, aqui vai!



Espero que tenham aprendido alguma coisa com este vídeo!

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Fórmula Tutorial.

Boa noite. Hoje vou ensinar-vos como fazer um blogue como este em 10 passos.


1- Ter um índice de estupidez superior a média.

2- Não ter mais nada para fazer.

Tendo estes pontos, podem prosseguir.

3- Arranjar um parceiro que faça tudo ou quase tudo por ti. ( no meu caso é a sara)

4- Arranjar um nome estúpido e inteligente. 1 nome “Falando com a sara e o tone” ; “Livro de reclamações” ; “Até amanhã” ; “não fui eu” ; “uma ex-mulher é para sempre” ;”não fomos nós” ; “a nossa fórmula” ; “desastre pessoal” ; “Fórmula desastrosa”

5- Ver se o nome está livre e criar o blogue.

6- Arranjar um template giro.

7- Decidir como vai funcionar o blogue.

8- Apanhar uma bezana e deixar de ser virgem.

9- Perder toda a dignidade.

10- Ir ao Google buscar as cenas para postar.

E “Voilà” um blogue de sucesso médio fraco. Criem os vossos e postem os links aqui :D

De 0 a 10, quanto desejam que o Fórmula desastrosa vá a falência? ( sendo 0 que tenha sucesso e 10 que o apaguemos amanhã)

Qualquer que seja o resultado os co-autores do Fórmula desatrosa irão ingorar os dados e e comer línguas de gato.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Bué de coise

Olá.
Em primeiro lugar, apetece-me referir que não compreendo a mudança no design dos pacotes do Um Bongo, mas gosto. Instintivamente, o sumo pareceu-me mais saboroso. Mas não sei, ainda não o provei nesta nova embalagem.

Agora sim, vamos ao tema. Entrando então na educação, vou falar um pouco da forma como a juventude comunica entre si (até parece que tenho 80 anos).
Lembro-me que quando tinha os meus 12 anos (aproximadamente) já havia toda aquela linguagem dos bués e dos fixes ou do uso abusivo dos x's, h's e k's, mas agora o que me preocupa são as expressões que esta gente da "geração rebelde" utiliza.
Braze... Que merda é essa? São bocados de carvão quentes e com a mania?
Ontem apresentaram-me uma nova: becos. "Vamos jogar um becos", disse ela. Eu, pensando estar no meio de uma das muitas conversas non sence que tenho com o Tony, perguntei "Com ou sem saída?". Chamaram-me parva e senti-me incompreendida, triste e com gazes. Ok, a parte dos gazes é mentira.


Têm alguma coisa a dizer?