And we meet again.. O regresso às aulas marca o reencontro de dois inimigos naturais, professores e alunos. Livros escolares e lápis de carvão, dois aliados na luta contra o descanso do aluno. Quem lê isto ainda fica a pensar que a escolha é um campo de batalha, uma guerra. Nada disso, a escola é um lugar pacífico.. oh wait...
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domingo, 23 de setembro de 2012
Welcome Back
Olá pessoas que põem a leitura da Bíblia em dia enquanto bebem um Ice Tea de Manga. Estão assim definidos os requisitos necessários para a leitura deste post.
And we meet again.. O regresso às aulas marca o reencontro de dois inimigos naturais, professores e alunos. Livros escolares e lápis de carvão, dois aliados na luta contra o descanso do aluno. Quem lê isto ainda fica a pensar que a escolha é um campo de batalha, uma guerra. Nada disso, a escola é um lugar pacífico.. oh wait...
E os professores não são os únicos inimigos que os alunos reencontram nesta altura do ano. O pior inimigo é encontrado ainda antes de sair de casa.. Falo do despertador.
And we meet again.. O regresso às aulas marca o reencontro de dois inimigos naturais, professores e alunos. Livros escolares e lápis de carvão, dois aliados na luta contra o descanso do aluno. Quem lê isto ainda fica a pensar que a escolha é um campo de batalha, uma guerra. Nada disso, a escola é um lugar pacífico.. oh wait...
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Reflexões de um cão devidamente desparasitado
Quando era puto era fascinado por animais. Tinha – e ainda tenho, vá – livros e mais livros e enciclopédias de animais e lia aquilo tudo, várias vezes. Era fascinado por animais. Nunca me passou pela cabeça ser veterinário, no entanto. Havia uma coisa que eu gostava de fazer: desafiar as pessoas para dizer um animal começado por cada letra do alfabeto. Ganhava sempre porque, como é óbvio, quase ninguém sabe dizer um animal começado por n. Não, a sério, pensem. Pois.
Eu tinha sempre o meu trunfo: o nandu, uma espécie de avestruz. Ninguém conhecia o nandu, por isso eu ganhava o jogo sempre que se chegava à letra n.
"Hei."
Actualmente, a minha relação com os animais mudou. Não é que não goste de animais, apenas eles não me fascinam como dantes. São bichos, uns mais fofos que outros, e outros ainda terrivelmente repugnantes, como é o caso da lampreia – e da sua boca aberta contra uma superfície transparente, mais precisamente. Não ando aí a maltratar animais, e condeno a toda a força os maus-tratos aos mesmos. A propósito disso, gostava que lessem isto. Ide ler, ide. Mas depois voltem cá.
(Partindo agora do princípio que vocês leram a notícia do link que eu vos mostrei…)
Mas como nem tudo pode ser assunto sério, para além da lampreia, há toda uma espécie de animais que eu não gosto: os pretos. Que querem? Alguma vez tinha que fazer jus àquilo que escrevi na minha descrição ali ao lado!
Adiante. Apelo-vos agora para algo muito importante: sejam razoáveis. Uma coisa é não gostar de animais e maltratá-los e atirá-los pela janela do carro em andamento embrulhados num saco de plástico, outra coisa é espalhar as timelines de todas as redes sociais* com gatinhos e cãezinhos e tartarugas bebés. Qualquer uma das opções é ridícula, por isso não o façam.
*Pessoal do facebook, de vós não tenho pena. Toda a gente sabe que o facebook é uma rede social deplorável, por isso se a vossa timeline estiver cheia de gatinhos e cãezinhos fofos... bem feitos!
sábado, 18 de agosto de 2012
Feriarum de Berlim
Convidado: Pedro Galvão
Boas tardes, tudo bem? Como vai o trabalho? Ah, estão de férias? Que coincidência também eu! Talvez seja melhor limparem esses pés cheios de areia antes de virem para aqui... sim porque hoje sou eu o contínuo de serviço.
Como é Agosto, presumo que a maioria da população portuguesa (principalmente o corpo estudantil) esteja a experienciar algo que referimos como “férias”. Mas o que é isto de férias? Sim, vão ter de aturar mais um designação da palavra férias! YEAH! Mas... aguentem por uns segundos e não me troquem pelos Morangos Com Açúcar... em latim! Sim, como quase tudo na vida, a palavra férias também veio dos romanos (vá, eles também têm crédito por um sistema de canalização impecável, só por isso vale mil).
Voltando ao assunto, férias ou “feriarum” (sim gastei todo o meu latim nesta palavra, ao menos podem trocar isto por uma equivalência em línguas mortas) como preferirem, é basicamente um momento na nossa vida em que não temos trabalho. Quer dizer, pelo menos o profissional, existem sempre os trabalhos domésticos... E então, sem aquelas 8 horas de trabalho diário, ou de estudo, ou de escravidão, aquele que mais se identificarem, o que fazemos? Ir à praia parece logo a 1ª coisa que vem à cabeça. Sim, por mais estranho que pareça, queimar a pele é logo a opção número 1, pelo menos para a maioria das pessoas. Trata-se de uma autêntica corrida ao bronze, o primeiro a chegar lá pode integrar-se num autêntico “hall of fame” do Verão: os bronzeados, esses endeusados, invejados pelo mortal comum (ou por apenas pessoas brancas como a cal). Mas vá, quantas mais oportunidades durante todo o ano temos de andar semi-nus no meio de uma multidão?
Boas tardes, tudo bem? Como vai o trabalho? Ah, estão de férias? Que coincidência também eu! Talvez seja melhor limparem esses pés cheios de areia antes de virem para aqui... sim porque hoje sou eu o contínuo de serviço.
Como é Agosto, presumo que a maioria da população portuguesa (principalmente o corpo estudantil) esteja a experienciar algo que referimos como “férias”. Mas o que é isto de férias? Sim, vão ter de aturar mais um designação da palavra férias! YEAH! Mas... aguentem por uns segundos e não me troquem pelos Morangos Com Açúcar... em latim! Sim, como quase tudo na vida, a palavra férias também veio dos romanos (vá, eles também têm crédito por um sistema de canalização impecável, só por isso vale mil).
Voltando ao assunto, férias ou “feriarum” (sim gastei todo o meu latim nesta palavra, ao menos podem trocar isto por uma equivalência em línguas mortas) como preferirem, é basicamente um momento na nossa vida em que não temos trabalho. Quer dizer, pelo menos o profissional, existem sempre os trabalhos domésticos... E então, sem aquelas 8 horas de trabalho diário, ou de estudo, ou de escravidão, aquele que mais se identificarem, o que fazemos? Ir à praia parece logo a 1ª coisa que vem à cabeça. Sim, por mais estranho que pareça, queimar a pele é logo a opção número 1, pelo menos para a maioria das pessoas. Trata-se de uma autêntica corrida ao bronze, o primeiro a chegar lá pode integrar-se num autêntico “hall of fame” do Verão: os bronzeados, esses endeusados, invejados pelo mortal comum (ou por apenas pessoas brancas como a cal). Mas vá, quantas mais oportunidades durante todo o ano temos de andar semi-nus no meio de uma multidão?
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