quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Exercício? Qué isso?!

Hello Hello, antes de mais, quero desejar a todos um grande bem haja e uma muito boa noite. O tema desta semana debruça-se sobre "o exercício", ou seja, alguma actividade que as pessoas deviam de fazer regularmente, o que não acontece na nossa sociedade, nomeadamente, por razões como "não posso porque coiso...", ou utilizam desculpas extremamente criativas (estou a falar a sério), ou então apenas gostam do McDonald's e não querem mexer uma palha e admitem.

As enumeras razões que falei anteriormente, podem ser bem esmiuçadas, na medida em que a parte do coiso em si, serve mesmo para isso, é aquela típica resposta do porque sim, e não ha mais nada para além disso, deixando uma pessoa num estado de "limbo de respostas". 

A nível das desculpas forçadas que são mesmo bastantes, há aquelas em que:




1º A causa é devido a um dói dói (normalmente uma unha encravada, que e sublinho que, por acaso magoa pa caramba, mas não invalida outras práticas de exercício físico).



2º Falta de tempo! (muitas pessoas dizem que não há um espaço-temporal no dia para o efeito, nem que seja um simples exercício em casa, na mesma altura, que vão ver um filme de 2h20 min num sofá, enquanto emborcam com toneladas de pipocas).



3º Porque a minha avó faz anos.



4º Porque acabei de comer e não faz bem ir correr...


5º Porque esticou o dedo mindinho.

Como podem ver, cada uma delas são optimas razões, e espero ter dado algumas ideias para cada um de vocês!

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Puxar pelo cabedal

Oi, como vão? Espero que bem mas se esse não for o caso já sabem,guardem a razão da sua depressão para vocês,ninguém gosta daquelas pessoas que só sabem queixar-se.

Por falar nisso, estou super doente,eu diria que estou a morrer mas eu às vezes exagero um pouquito,tendo em conta o estado precário da minha saúde este post vai ser uma rapidinha.

Não existem requisitos,nem piadas introdutórias para cativar o leitor,aqui passamos logo a acção.

Butes?Bora.

Exercício - Toda a gente devia fazer exercício,faz bem a todo o tipo de saúde: 

 - Mental - com a cena da auto estima e motivação lá no cimo do Evereste psicológico.
 - Física -  ficam bons para caraças,como um cupcake num dia chuvoso toda a gente os vai querer comer.
- Monetária - passam a gastar menos em comida mas gastam mais em roupa por isso estou na dúvida com esta ; e outra saúde que agora não em lembro mas a questão é vocês deviam fazer exercício físico.



 Até os babies o fazem porque não vocês!


Se não os consigo convencer a fazer exercício  pelo menos lembrem-se de ser criativos na hora de mentir acerca do vosso regime de exercício,como o senhor que se segue:




Para os que até curtem da coisa e tal, o que não pode faltar a um bom workout é música. 
Workout sem música é tortura chinesa. 
Não há discussão.
Tenho dito.


Agora o clássico de todas as workouts songs ever desde o tempo dos dinossauros...


Antes do gangnam style havia o Rocky Style.Respeito putos! 
Ah, já ninguém sobe escadas como antigamente.


Tenham cuidado que no auge da situação coisal podem acabar a ser a encarnação do conceito de vergonha alheia. Não se deixem levar pela música ao ponto de beijarem o chão. 

No video podem ver os melhores workout fails,afinal pimenta no cu dos outros é refresco.




In and out.Fast and Hard.Acabou o post. Bye babes.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

O fascínio das pernas abertas

Olá minhas pessoas fofinhas que têm aguentado semanas e semanas a ler este blog.
Como não perdoo, cá estou em novamente para apresentar o novo tema da semana.

Depois de uma semana a comer todos os dias coisas manhosas e outra a ir ao cinema, sempre com pipocas incluídas, o casal viu que não havia química entre eles e seguiram os seus caminhos. Pronto, só para acabar com a metáfora dos encontros amorosos. Mas depois de duas semanas de alimentação deplorável, vem o que faz bem: exercício.

Como todos sabem, o exercício é algo muito bom. Eu gosto mesmo muito de fazer exercício. Quem olha para mim, pensa que eu passo o dia inteiro sentada frente ao computador a comer gelado, bolachas e batatas fritas. Quase. Sim, passo o dia frente ao pc, mas a comer cenouras ou cereais integrais.
O que mais gosto do exercício é o depois. Não, não é bem os resultados. Sou estranha, pois gosto quando sinto dores musculares mas, na minha cabeça, essas dores são boas e significam que o exercício que fiz ajudou em alguma coisa. Claro que eu odeio começar o treino. Sou preguiçosa. Quando tenho de sair de casa para ir treinar grito sempre "nãããããããããããããooooooooooooo!!! Porquê????? Eu não mereço istoooooo!!!", mas depois passa.
Isso e suar que nem uma porca do bigode e sentir aquilo tudo a escorrer. Isso sim, é a melhor parte. Isso e cheirar a algo agradável e sensual como o suor.

Mas agora vamos seguir para o que realmente interessa: imagens estranhas e algum tipo de piadas (sim, podem ficar descansados que o post não era só eu a falar sobre o que acho do exercício).
Falemos então de elasticidade. A elasticidade é algo que me fascina nas pessoas. Falo de pessoas porque eu tenho uma elasticidade estranha em que, em dias bons (e raros) apenas consigo tocar com a ponta dos dedos no chão.
Durante as minhas pesquisas para este post, relacionado com a elasticidade, encontrei várias fotos que criaram um novo objectivo de vida em mim. Eu não consigo (nem nunca consegui) fazer a espargata mas quando conseguir (sim, agora fiquei com essa vontade enorme, só para conseguir fazer o que vou falar a seguir) vou fazer tal proeza em locais públicos, para toda a gente ver, e tirar fotos, só porque sim, porque é giro e nada awkward.








Aposto que os leitores masculinos adoraram estas fotografias. Eu sei que uma mulher que faça a espargata fascina-vos. Como tal, deixo-vos aqui uma foto ainda mais fascinante e especial.

Espero ter conseguido arrancar um "EWWWW" de vós.

E agora deixo aqui uma inspiradora, só porque os asiáticos são estranhos e manhosos e coiso.


sábado, 6 de outubro de 2012

Como falar dos filmes que não vimos

Convidado: Tiago Vitória


Se as apresentações não demorassem, apresentar-me-ia como Tiago Vitória. Passando esta cordialidade íamos ao que interessa mas isso era demasiado passageiro para assegurar uma envolvência entre aquilo que eu sou e aquilo que venho falar. Eu estudo cinema – audiovisual para ser correto – e sempre tive um gosto especial por falar de filmes. Durante a minha vida académica entre os ofícios da minha arte, sempre me deparei com diversas situações onde o meu poder de oratória era posto a prova. Às vezes saía-me bem, outras vezes saía por onde dava... Mas sempre tive uma certeza, dada pela experiência de quem já viu muito filme, é sempre possível falar dos filmes que nunca vimos.

“Olha, tu que adoras Ernst Lubitsch, já viste o To Be Or Not To Be”, “Já sim...” – dada esta suspensão, no “Já sim”, deparamo-nos com várias coisas, entre elas: como é que ele adivinhou que esse é o único filme do realizador que eu ainda não vi?!; eu não quero ficar mal e dizer que sou fã de um realizador e não ter visto um filme, que curiosamente este paspalho viu; ok, vamos é formular uma escapatória para não ficar mal.
A partir daqui, do “Já sim...”, a pessoa vai querer que desenvolvamos o tópico, o que nos resta com variadas opções, nenhuma delas verdadeiras, todas fictícias. Podemos sempre dizer que foi merda e andámos. Podemos sempre dar uma de intelectual e devolvermos a pergunta com uma inabalável comparação técnico-artística “Já sim...mas acho que o espelhar da sociedade estava mais meditado no Ninotchka, talvez por haver uma inesperada conduta existencial a atravessar a primeira obra.” Podemos ainda ser preguiçosos e frasear algo muito insípido como “Adorei o ator principal”, “O argumento é excepcional”, “Aquela parte do meio...inesperada não foi?”. Serão sempre burros acéfalos se disserem isto mas isso são outros quinhentos...


Por último, acho importante referir que esta nobre arte de simular perante outrem tem as suas contraindicações. Há duas frases que até podem colar, mas para quem já está habituado a estas andanças, é morte pela certa. 

“Já vi há muito tempo...”, matem-se! Quem viu há muito tempo é quem nunca viu, logo o rótulo da mentira está a espera de ser carimbado na vossa testa grossa.

“ Vi partes...”, agoniem até à morte! Quem viu partes de um filme é quem nunca viu. Quem viu partes é quem não tem respeito pelo filme, sendo preferível dizer que nunca ouviu falar de semelhante bolacha no pacote do realizador. Se alguma vez responderem que viram partes, espero que gostem da pequena humilhação de passarem por um jogo mortal onde a pergunta “Já viste esse filme...” vai levar à confissão mais triste que pode haver “Afinal não vi, estava a confundir.” Se chegaram a este ponto voltem à casa da partida porque acabaram de perder todo o crédito.

Lembrem-se, mentir é feio. E vocês serão verdadeiros animais perante a verdade cinematográfica. As vossas vulvas vão retrair de vergonha e os vossos pénis vão murchar de tamanho endrominanço. No entanto vocês não se importam, porque mesmo que não tivessem lido este texto, já sabiam que sempre vos foi possível falarem de coisas que não conhecem. Ai malandros....

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Imbecilidade vs. Sétima Arte

Um dos problemas de ser responsável pelo post da sexta-feira é que os assuntos que eu queria escrever sobre já foram abordados. Portanto, filmes com nomes estranhos e filmes epicamente terríveis estão fora de questão. Assim, decidi falar não de filmes, mas de uma questão adjacente aos filmes – as pessoas que vêem filmes. Ora, há muitos tipos de pessoas que vêem filmes, dos quais eu vou apenas salientar os mais irritantes. Portanto, o primeiro de grupo de pessoas é constituído por…

Os Sem-Opinião
Os sem-opinião são aqueles indivíduos que por mais filmes que possam ver, não conseguem desenvolver espírito crítico. Geralmente, adoram todos os filmes que vão ver ao cinema e descrevem-nos usando as palavras “fixe”, “espectacular” ou “engraçadito”. Se queres saber se deves ou não ver um filme, não deixes que um sem-opinião decida por ti, porque ele acha que todos os filmes são fixes.

Os Sem-Noção
Os sem-noção são aqueles que não percebem rigorosamente nada de filmes e que não têm noção dos disparates que dizem pela boca fora quando se fala deste assunto. “É impossível que um filme com três horas seja bom. Que seca!” “O Date Movie é sem dúvida um dos melhores filmes de comédia de sempre!”. Ter um amigo sem-noção envergonha qualquer pessoa. Por amor de deus, eduquem os vossos amigos cinematograficamente.

"O Harry Potter perdeu a piada toda no primeiro filme
e a autora roubou as ideias todas à Stephenie Meyer."

Os que dizem que não gostam de um filme sem antes o terem visto
Isto acontece muito com o Avatar, com a trilogia do Senhor dos Anéis e com Star Wars. Há muitas pessoas – muitas mais do que imaginamos, até – que juram a pés juntos que odeiam estes filmes mas quando lhes perguntamos se já os viram, a resposta que obtemos é “Ahh, não…”. Pois. A sério, não sei qual é a vossa ideia. Isto é mais que óbvio, mas se nunca viram um filme, como é que podem dizer que o odeiam?

Os imbecis
Aqueles indivíduos que atendem o telemóvel no cinema e pensam que estão a fazer um favor à sociedade. “Ei, olá! Então mano? Tá tudo em cima? Sim, comigo também está tudo bem. Sim, comprei o tal carro na semana passada e estou a curtir bué dele. Claro que sim. Não, é óbvio que não me importo de relatar pormenorizadamente todas as características do veículo e se for preciso repetir algumas coisas várias vezes. Não, não estou ocupado, estou no cinema a ver um filme. Não sei, foi a minha gaja que disse para eu o ver. É o filme da origem ou uma coisa assim. Isto é uma fantochada, estes gajos de um momento para o outro estão num sítio e houve uma altura em que os prédios estavam tortos. O gajo que pensou nisto devia estar mesmo pedrado. Não, sim, podemos continuar a falar, é na boa. Eu não estou a curtir o filme e não, é só para depois dizer à gaja que o vi. Não, sim. Sim, claro que gostava de ouvir o relato de tudo o que fizeste nos últimos quinze dias enquanto dou a minha opinião pessoal sobre tudo.” Não. Nunca. Nunca façam isto.

Para vocês, que são vítimas de imbecis como este, aqui fica este vídeo. Vejam a partir dos 2 minutos que dá para perceber a ideia.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

O Perdão e a Qualidade Cinematográfica

Olá olá, antes de mais quero pedir imensa desculpa a todos os presentes, leitores ou pessoas que estão a ler este texto por engano, porque foi-me completamente impossível escrever na semana passada por motivos de força maior (não, não é uma desculpa esfarrapada, mas sim um pedido de perdão pelo meu erro crasso e olhem depois para o gato, para verem o quão sincero estou a ser). 




Bem, esta semana é para abordar a temática dos filmes, hm...é daqueles momentos em que podemos dizer "épa buéda fixe! filmes! Vou aproveitar bué a opinião deste macaco" ou então é naquela de "estou a ficar com um certo receio do que pode sair daqui, sabendo já o historial deste gajo! (com cara de asco a olhar para o brilhante monitor, enquanto mirra um dos olhos)". O que penso fazer é precisamente o 2º momento, porquê? perguntam vocês, só mesmo porque sim, porque eu quero, porque vai ser assim, porque gosto de escrever porque, porque é uma mania minha e porque a palavra porque é sempre reconhecida como algo que tem continuação por isso fica assim porque... 

Os filmes podem ser analisados de duas formas, em primeiro lugar há os bons, e em segundo há os péééééssimos, sendo precisamente isso, o que vos venho trazer neste belo final de tarde/início de noite de quarta-feira (yeeeeahhh). Mas fica agora ao vosso critério se são agradáveis à vista ou se vos causa uma repulsa bem agreste no estômago e necessitem urgentemente de um kompensan ou do rennie (Sim, isto é publicidade) que vos ajude neste momentos complicados da vida.

Por isso em termos de coiso ou qualidade como preferirem, vou apresentar alguns excertos de filmes que são apelidados de "boa malha" ou " Este filme é dos melhores que vi desde o Padrinho III" ou "Graças a Deus é a cores!".


Este 1º como podem ver, trata-se de uma cena extremamente bem realizada, em que um sujeito/boneco está para ter uma morte dolorosa numa sucateira, vejam vejam!


O 2º acho que o título diz tudo... e não quero estragar a surpresa.


Em 3º lugar têm o Spider-man italiano, que é toda uma obra do esplendor da 7ª Arte, fazendo inveja a muitos Sam Raimis. (É só a melhor versão deste super herói que vi até hoje!)




O 4º é uma compilação de vários filmes galardoados (com algo, não sei bem o quê, mas não interessa, que vos faz interrogar como não os viram nas grandes salas deste nosso grande Portugal!)  




O 5º e último, porque não vos quero torturar mais, é capaz de ser o melhor filme que já alguma vez vi! Demonstrando isso com todos os seus planos bem executados, uma narrativa construtiva, uns diálogos de chorar por mais (literalmente) e toda uma acção que faz com que o espectador se sinta mesmo lá! (P.S- A polícia trabalha que é uma maravilha!)

Eu acredito em mulheres com 3 mamas que vivem em marte


“If you can’t believe a little in what you see on the screen, it’s not worth wasting your time on cinema.”
 - Daney, Serge



Cinema são histórias,são vidas,são pessoas,animais e tudo mais,no fundo e acima de tudo cinema é acreditar.

O meu caso amoroso com o cinema começou quando eu era uma pequena menininha toda fofinha, pequena é mentira nunca fui pequena - a julgar pela cara de dor da minha mãe quando recorda o parto e pela fotos da minha infância eu devo ter nascido já com 1.78 e já a dar para o bajolito.



Adorava! Acreditava sempre,as melhores brincadeiras que tive foram inspiradas em filmes.

À medida que crescemos e que começamos a perceber que se calhar não é bem assim,que das 300 balas que o maus disparavam e que falhavam todas o alvo, na vida real todas acertam e fazem mossa no bom da fita,pior ainda, na vida real não conseguimos distinguir o mau do pedaço só pelo levantar da sobrancelha ou pela gargalhada tenebrosa.


Deixamos de acreditar,deixámos de dar margem de manobra.


Devem estar a pensar : porra ela também só deve ver filmes de desenhos animados ou de aventuras daqueles bem cliché - enganam-se.


Mesmo nos grandes dramas,nos filmes baseados em histórias trágicas ou inspiradoras da vida real existe um a relutância em acreditar que foi mesmo assim,que aquilo é possível.


Terá a vida do Michael Oher sido assim tão inspiradora? Era ele assim tão inocente,esforçado?
A mãe era tão má? A mãe adotiva era assim tão boa pessoa? 

Temos dúvidas.Trocemos o nariz,fazemos comentários sarcásticos.


A resposta? Claro que não.


Mas é um filme,temos de dar desconto,temos de dar espaço para a liberdade artística de tornar uma relação de amizade numa rivalidade sem precedentes  só porque fica mais engraçadito assim.


Filme é dar desconto porque as vezes fica mais engraçadito assim.

A maioria das pessoas vai ao cinema para discutir se os efeitos especiais foram porreiros,se os actores foram bons e se as actrizes continuam boas,se a história é coerente, vão para criticar, (alguns fazem disso profissão,algo que eu adoraria também fazer mas pelo o que tem visto neste blog,não tenho o mínimo jeito para a coisa),isso é errado.

Não vislumbro outra forma de entrar numa sala de cinema sem ser de mente e coração abertos, prontos para conhecer uma outra história,conhecer um outro mundo ou pelo menos uma nova abordagem a vida.

Se não for por motivos profissionais,vocês devem entrar na sala como uma criança entra numa loja de brinquedos, com alegria, uma vontade enorme de explorar e uma vastidão de possibilidades à vossa frente.

Acreditem que existem fantasmas e caçadores de fantasmas, acreditem que não havia mesmo espaço para o Jack em cima da porta,acreditem que vão existir mulheres com 3 mamas a viver em marte,acreditem que duas raças de aliens usam a terra como campo de batalha,acreditem que toda a gente expressa as suas emoções através de elaborados números musicais, que os médicos conseguem sempre salvar a criancinha doente,que o puto nerd que tinham um paixoneta por vocês vai virar um bonzão e continuar perdidamente apaixonado por vocês,acreditem que a lotaria só sai a quem precisa e que os maus tem sempre o castigo que merecem.


Filmes funcionam como escape,como fuga da realidade ou como prova de que a mesma não é só dura e crua para ti,é par toda a gente todos os filmes mesmo os tão maus e parvos que vemos até ao fim só para saber como acabam, merecem que nós acreditemos.

Durante aquela horita acreditem em tudo e em qualquer coisa,deixem-se levar,não existe crise nem renda para pagar nem fome no mundo,quando acabar o filme logo podem voltar para o mundo onde o café é frio,as cuecas apertadas e os gajos bons gays.

Filme é ir dar uma volta para respirar.


P.S - Caso queiram saber qual o meu filme favorito - The Fountain do Darren Aronofsky.